Reforma moderniza legislação trabalhista para o setor produtivo rural

Mudanças flexibilizam modalidades de contratação e dão mais poder para a negociação entre as partes, avalia assessora jurídica da FAEMG que fará palestra em Uberlândia nesta terça-feira

A Lei nº 13.467, que entrou em vigor no último dia 11 de novembro, provocou alterações que modernizam a legislação trabalhista para o setor produtivo rural. Entre as mais de cem novidades introduzidas à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) destacam-se a flexibilidade nas modalidades de contratação e o maior poder para a negociação entre sindicatos patronais e laborais ou entre empresa e sindicato dos trabalhadores, segundo a advogada Dra. Mariana Maia Ehrenberger, consultora jurídica da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG).

Para esclarecer estas e outras questões sobre a Reforma, o Sindicato Rural de Uberlândia e a FAEMG receberão produtores rurais nesta terça-feira (14/11), às 18 horas, para a palestra “Reforma Trabalhista – Impactos na vida do produtor rural”. O evento será no auditório do Sindicato Rural, no Parque Camaru, com entrada franca. Na avaliação Mariana Ehrenberger, que apresentará o tema em Uberlândia, a Reforma estabelece o que é chamado de ‘acordado sobre o legislado’. “Em outras palavras, significa dizer que a negociação via convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho terá preponderância e eficácia sobre a legislação vigente”, afirma. Segundo ela, há várias outras alterações que atingem o meio rural como, por exemplo, a repartição das férias em três períodos, o padrão de vestimenta no ambiente laboral, trabalho em regime parcial, contratação de autônomo, dentre outros aspectos que serão abordados na palestra.

Na opinião do presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Fonseca, a iniciativa é uma oportunidade para produtores rurais, contabilistas e advogados tirarem dúvidas sobre a nova lei. “Recebemos com bons olhos esta novidade e acreditamos que seu o principal aspecto é a flexibilização para contratações, o que não veio para favorecer o produtor rural, nem o trabalhador. A partir de agora devemos atuar dentro da nova legislação”, disse.

Para participar da palestra não é necessário fazer inscrição prévia. O Sindicato Rural de Uberlândia fica no Parque de Exposições Camaru, na Avenida Juracy Junqueira Rezende, nº 100, bairro Pampulha. Informações podem ser obtidas pelo telefone 34 3292 8809.

 

Reforma Trabalhista será tema de palestra gratuita no Sindicato Rural de Uberlândia

Produtores e contabilistas serão público alvo da apresentação; assessora jurídica da FAEMG mostrará como a mudança vai impactar a vida de quem contrata mão de obra para trabalhar em propriedades rurais

O Sindicato Rural de Uberlândia e a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG) realizarão na próxima terça-feira (14/11), às 18 horas, a palestra “Reforma Trabalhista – Impactos na vida do produtor rural”. O conteúdo será apresentado pela advogada da Assessoria Jurídica da FAEMG, Dra. Mariana Maia Ehrenberger, especialista em Direito do Trabalho. O evento será no auditório do Sindicato Rural, no Parque Camaru com entrada franca.

A advogada mostrará em linguagem simples como as modificações na CLT, introduzidas pela Lei nº 13.467, decorrentes da recente Reforma Trabalhista, vão impactar a vida de quem contrata mão de obra para trabalhar em propriedades rurais.

A oportunidade valerá para produtores rurais, contabilistas e demais interessados tirarem dúvidas sobre a nova lei, que traz mais de 100 novidades à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e passa a valer a partir de 11 de novembro. O ponto principal, segundo especialistas, é a prevalência do “acordado sobre o legislado”, que em outros termos significa que a negociação entre patrões e empregados passará a valer mais do que a lei em situações específicas.

IFTM Campus Uberlândia lança curso técnico em aquicultura

Programa tem como público alvo produtores rurais de Uberlândia e região

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Triângulo Mineiro – IFTM – Campus Uberlândia divulga seu novo curso Técnico em Aquicultura que tem como público alvo os produtores rurais de Uberlândia e Região. O objetivo do programa é oferecer formação técnica e profissional na área de aquicultura que capacite o discente a elaborar, desenvolver e monitorar projetos aquícolas, manejar sistemas de produção e gerenciar empreendimentos na área específica.

Aquicultura é a ciência que estuda técnicas de cultivo e reprodução de peixes, camarões, algas, rãs e outros organismos que vivem em ambientes aquáticos. O curso visa formar profissionais qualificados capazes de atuar ativamente nos processos evolutivos do mercado de produtos aquícolas sendo capazes de respeitar o meio ambiente e atuar na segurança alimentar, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da atividade. Além da formação técnica, o curso contribui para a formação humanística, desenvolvendo no discente a consciência crítica e um espírito ético, pró-ativo e participativo na sociedade em que vive.

Os interessados deverão se inscrever pelo site do IFTM – www.iftm.edu.br/ingresso até o dia 09/11/2017.

G7 recebe Jair Bolsonaro para debate em Uberlândia

Grupo pretende conhecer propostas dos futuros candidatos à Presidência da República

As entidades que compõem o G7 em Uberlândia receberam o deputado federal Jair Bolsonaro na tarde desta quinta-feira (19/10), no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), para debate sobre o tema “Brasil – O Desafio para as próximas Gerações”. Cerca de 500 pessoas acompanharam a discussão. O evento fez parte da iniciativa do grupo que pretende conhecer as propostas dos eventuais candidatos à Presidência da República em 2018.

O Sindicato Rural de Uberlândia, como membro do G7, foi representado no evento por seu presidente Thiago Fonseca. A questão relativa a invasões de terras levantada por Fonseca foi contextualizada com o argumento de que órgãos do governo dificultam o cumprimento de mandatos de reintegração. Questionado sobre o que poderia ser feito pelo poder público para acelerar o cumprimento de mandatos e garantir o direito à propriedade, Bolsonaro se levantou para afirmar que o direito à propriedade privada é sagrado. “Todo fazendeiro deveria ter o direito de reagir na tentativa de uma invasão, no entanto para isso é preciso que se mude a legislação”, afirmou.

Bolsonaro que é cotado como postulante ao cargo máximo da nação, ainda foi questionado por representantes da Fiemg, ACIUB, CDL, OAB, Conselho de Veneráveis e Sociedade Médica. Cada entidade teve direito a formular até duas perguntas ao parlamentar que permaneceu no auditório por cerca de 4 horas. O político respondeu também a questões feitas pela plateia tirou fotos com fãs e atendeu a imprensa.

Movimento em favor da cadeia produtiva do leite ganha força em Minas Gerais

Evento organizado por sindicatos rurais e Fecoagro Leite Minas promoveu encontro do Ministro da Agricultura Blairo Maggi com mais de mil produtores de leite

O primeiro manifesto nacional para fortalecimento da cadeia produtiva do leite aconteceu na última segunda-feira (16/10), no município de Prata-MG, com a presença do Ministro da Agricultura Blairo Maggi. O Manifesto SOS Leite, organizado por sindicatos rurais, em conjunto com a Federação de Cooperativas Agropecuárias de Leite em Minas Gerais (Fecoagro Leite Minas), teve participação de mais de mil produtores de leite, além de lideranças políticas do Estado e representantes de entidades ligadas à pecuária leiteira, como cooperativas e associações de criadores de bovinos.

Vicente Nogueira, coordenador da câmara de leite da OCB, apresentou ao Ministro da Agricultura principais pleitos dos produtores de leite

Entre os pleitos apresentados pelos produtores no evento estão pedidos para utilização de produtos lácteos nacionais nas compras governamentais e desoneração da cadeia. No manifesto apresentado pelo coordenador da câmara de leite da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Vicente Nogueira, os produtores de leite e suas cooperativas dizem não às importações desleais e predatórias (formalização de acordo com o Uruguai), não às fraudes e não à reidratação de leite em pó para fabricação de leite fluido para consumo direto. “O Ministro teve hoje uma demonstração de quanto os produtores de leite, sindicatos e cooperativas estão mobilizados na defesa da sobrevivência. Estamos preparados para fazer a maior manifestação em Brasília levando milhares de produtores de leite e entregar esse pleito ao presidente da república”, revelou Nogueira.

Entre as questões levantadas pelos produtores no evento está a balança comercial entre Brasil e Uruguai cujo saldo em 2016 foi favorável ao Uruguai em US$418 milhões, sendo que 36% referem-se aos produtos lácteos. Nesse período, o Brasil foi o destino de 86% do leite em pó desnatado e 72% do leite em pó integral exportado pelo Uruguai. Na avaliação do presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Fonseca, além da divergência na tributação do produto nos dois países, deve-se considerar ainda a diferença no modelo de produção. “É difícil comparar custos de produção de um produtor com outro, principalmente entre países. Eles têm um custo de produção completamente diferente do nosso e o preço que estão praticando em seu produto é abaixo do nosso custo de produção; isso é dumping”, avalia. Fonseca alerta ainda para o risco de triangulação de leite entre países. “Há suspeitas ainda não confirmadas de que alguns países aproveitam do livre comércio que há no Mercosul para vender seu produto no Brasil, sem tributação, via Uruguai”, afirmou. O Sindicato Rural de Uberlândia mobilizou associados e diretores para participar do encontro. A entidade disponibilizou canais de comunicação para divulgar o evento e disponibilizou um ônibus para transporte de cerca de 30 produtores. Na visão do presidente Thiago Fonseca mobilizar a classe para participar de iniciativas desta natureza é de extrema importância para o segmento. “Esta iniciativa, juntamente com várias ações que estão sendo planejadas para fortalecer os produtores de leite são uma a resposta que damos para os associados”, afirmou Fonseca.

Thiago Fonseca, Sindicato Rural de Uberlândia; Eduardo Pena, Faemg e Ebinho Bernardes, Núcleo dos Sindicato Rurais do Triângulo representaram produtores mineiros no evento SOS Leite no município de Prata

Representando o Sistema FAEMG, o presidente da Comissão Técnica de Pecuária de Leite da entidade, Eduardo Pena, reafirmou o compromisso da entidade com a causa dos produtores de leite. “Empenhamos nosso apoio ao Ministério da Agricultura e às medidas adotadas para minimizar os impactos da crise da no setor da pecuária leiteira”, disse. Eduardo Pena também disse que as medidas tomadas pelo governo já começam a repercutir, principalmente na relação do setor com as indústrias.

Em coletiva de imprensa o Ministro Blairo Maggi admitiu que o Brasil pode voltar a comprar leite do Uruguai. “Não é um medida definitiva até porque se eles recorrerem a qualquer órgão internacional como a OMC eles tem direito de vender o leite para o Brasil”, disse. Maggi prometeu, no entanto, que enviará uma comitiva ao país vizinho para averiguar se há indicações de triangulação.

Blairo Maggi ouviu reivindicações de produtores de leite que buscam a sobrevivência na atividade

Segundo o Ministro a solução para a crise no setor também passa pelo aquecimento da economia brasileira. “As pessoas comem e bebem aquilo que desejam na medida em que tenham recursos para isso. Não é necessário incentivo para as pessoas comerem; é preciso ter renda. A economia começa a voltar e quando os empregos voltarem tenho certeza que tudo isso será resolvido, porque dinheiro na mão das pessoas a primeira coisa que vira é uma alimentação melhor”, afirmou.

Ao final do evento, representantes de entidades ligadas ao setor e produtores de leite fecharam a BR 153 com manifestação pacífica acompanhada pela Polícia Rodoviária Federal onde distribuíram mais de três mil litros de leite para motoristas.

Produtores fecharam a BR 153 com manifestação pacífica onde distribuíram mais de três mil litros de leite

 

SOS LEITE

Primeiro manifesto nacional para o fortalecimento da cadeia produtiva do leite acontece em Minas Gerais no próximo dia 16

O leite é a atividade que mais gera empregos no país. Segundo o IBGE, são 1,3 milhão de propriedades que produzem leite; considerando a ocupação média de quatro pessoas por propriedade, são mais de 5 milhões de empregos gerados nas industrias de laticínios e no campo com a produção primária. Outro dado importante é que o leite está presente em 99% dos municípios dessa federação de dimensões continentais.

O Brasil é o quarto maior produtor de leite do mundo. Em 2016, o faturamento gerado pela produção de leite foi de R$ 44,7 bilhões, representando 24% do valor bruto da produção (VBP) gerado pela pecuária, sendo inferior apenas à carne bovina, mas superior ao valor da produção de frangos, suínos e ovos, como se observa na figura 1:

Até aqui tudo bem, né? O leite mostra a sua força e representatividade econômica e social. No entanto, um cenário recorrente de importações exageradas de leite em pó está desorganizando a cadeia produtiva nacional de lácteos, o que ameaça a sobrevivência de mais de 5 milhões de trabalhadores.

RELAÇÃO DESFAVORÁVEL

A análise da balança comercial do agronegócio entre Brasil e Uruguai permite dimensionar o quanto o país é afetado pelas exportações uruguaias. Em 2016, o saldo desse comércio foi favorável ao Uruguai em US$418 milhões, sendo que 36% referem-se aos produtos lácteos. Nesse período, o Brasil foi o destino de 86% do leite em pó desnatado, e 72% do leite em pó integral exportado pelo Uruguai.

LEITE DERRAMADO

Após dois anos de retração da produção de leite brasileiro, o cenário produtivo em 2017 apresenta sinais de recuperação, impulsionado por preços praticados para o litro de leite a partir do segundo semestre de 2016. A CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) estima que a produção deste ano será de 34,9 bilhões de litros, o que deve gerar um faturamento de R$46,8 bilhões.

No entanto, a persistência do quadro importador trouxe ao mercado nacional um cenário artificial de preços, apresentando forte queda em plena conjuntura de entressafra, conforme figura 2:

MANIFESTO NACIONAL

Por essas razões produtores, cooperativas de leite e sindicatos do Brasil promoverão, no próximo dia 16, a partir das 09h, no Parque de Exposições do município do Prata (MG), um manifesto nacional para o fortalecimento dos produtores.

Organizado pelo Núcleo dos Sindicatos Rurais e Fecoagro Leite Minas, o evento receberá mais de 1000 produtores rurais, autoridades e lideranças do setor, que reivindicarão a adoção, por parte do governo brasileiro, de medidas de apoio e defesa da cadeia produtiva do leite. O Ministro da Agricultura Blairo Maggi é presença confirmada no evento.

De acordo com Vicente Nogueira, coordenador da câmara de leite da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), “o objetivo é alertar as autoridades do risco de se aprofundar ainda mais a crise no setor leiteiro por falta de mecanismos que garantam renda para o setor ”, alerta.

Durante o evento será apresentado o panorama atual do leite no Brasil e as demandas dos produtores de leite, representados por suas entidades, para a melhoria da cadeia como um todo.

 

INFORMAÇÕES À IMPRENSA

Gustavo Ribeiro

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Gustavo Lazzarini

(34) 99976-1207

 

 

Operação Terra Fértil vai até março de 2018 com efetivo de 40 policiais militares da Patrulha Rural

Trabalhos de prevenção ao crime de roubo de defensivos foram intensificados a partir da manhã desta quarta-feira com o lançamento da equipe na sede do Sindicato Rural de Uberlândia

A operação da Polícia Militar batizada de Terra Fértil começou nesta quarta-feira (11/10) e vai até março de 2018 para o patrulhamento da zona rural de Uberlândia. A equipe composta de oito viaturas e 40 policiais militares que intensificará o trabalho de prevenção de roubo de insumos agrícolas durante a safra 2017/2018, partiu da sede do Sindicato Rural de Uberlândia após reunião com revendedores de insumos e produtores rurais.

Para o Tenente Genildo Moreira Lima, Comandante da 4ª Cia Rural da Polícia Militar, que apresentou estratégias de prevenção criminal durante o evento o importante é o trabalho conjunto com a polícia civil e os produtores. “Orientamos os produtores no sentido de repassarem para a Polícia Militar, as informações de indivíduos suspeitos nas localidades. Além disso, é importante evitar a estocagem de grande quantidade de produtos nas propriedades rurais”, alertou. O policial ressaltou ainda que receptação de produto furtado também é crime. “Se for constatada a compra de material de origem ilícita, a pessoa pode responder por crime de receptação inclusive com prisão”, afirmou. O comandante recomendou ainda que as empresas revendedoras de insumos comuniquem o eventual transporte de grandes cargas de produtos de alto valor. “Assim podemos programar operações de patrulhamento nos locais de circulação destas cargas”, concluiu. A operação, de acordo com Tenente Genildo, também ajuda a prevenir outros tipos de crimes na zona rural.

A principal preocupação do presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Fonseca, nesta época é com a segurança do produtor rural. “O agricultor está muito vulnerável. Os produtos tem alto valor agregado por isso precisamos incentivar o trabalho da polícia”, afirmou. Fonseca faz um alerta aos produtores rurais para que denunciem qualquer transação comercial com produtos suspeitos. “Os preços de defensivos agrícolas são praticamente os mesmos em diferentes revendas, portanto, viu um produto sendo oferecido com preços abaixo do preço de tabela, denuncie. O produtor não pode ser um consumidor desse produto de furto”, concluiu o presidente.

A Associação dos Distribuidores de Insumos Agrícolas do Cerrado (ADICER) participou do evento trazendo informações sobre os riscos da utilização de produtos falsificados e contrabandeados. De acordo com o coordenador executivo da entidade, Daniel Martins, aplicar produtos sem registro e contrabandeados é ilegal e configura crime ambiental. “Lavouras pulverizadas com produtos ilegais podem ser interditadas e mesmo incineradas”, alerta. O executivo destaca ainda que produtos com ausência do princípio ativo podem causar danos na lavoura e até comprometimento da atividade econômica.

Em caso de suspeita de qualquer prática ilegal envolvendo defensivos agrícolas o produtor pode fazer denúncia pelo número de telefone 181 da Polícia Militar ou pelo Disque Denúncia 0800 940 7030 do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal.

 

Dicas de segurança divulgadas pela Polícia Militar:

  • Adote medidas para que pessoas estranhas nunca saibam da compra, transporte ou armazenagem de defensivos e insumos agrícolas em sua propriedade;
  • Não compre defensivos de procedência duvidosa, sem nota fiscal ou abaixo do preço de mercado. Ato pode ser qualificado como crime de receptação;
  • Transporte cargas, de preferência, durante o dia, evitando paradas nas estradas ou rodovias;
  • Instale nos locais de maior vulnerabilidade dispositivos eletrônicos de segurança como alarmes, câmeras, portões eletrônicos e iluminação com sensor de presença;
  • Adote sistemas de comunicações, como telefone e rádio para inibir ação de criminosos;
  • Mantenha escondido um celular na fazenda para emergências;
  • Dificulte o acesso à sua fazenda, colocando cadeados nas porteiras e portões de entrada;
  • Evite deixar visíveis máquinas, implementos agrícolas, ferramentas ou quaisquer objetos de sua propriedade, procurando mantê-los trancados em local seguro;
  • Busque referências antes de contratar novos empregados;
  • Suspeite de pessoas que estejam rondando as fazendas, sobretudo à noite, com veículos de grande porta-malas, caminhonetes ou Pick-Ups leves.
  • Procure, sempre que possível, anotar a placa e a cor destes veículos ou tirar foto dos mesmos e de seus ocupantes tomando o cuidado para não ser percebido;
  • Em caso de assalto não reaja e, se possível, procure observar a fisionomia dos bandidos para facilitar posterior reconhecimento. Anote placas e características dos veículos utilizados;
  • Evite manter armas em sua propriedade, estas colocarão sempre sua família em risco. Lembre-se que toda arma deve ser registrada;
  • Informe a polícia sobre situações suspeitas e registre ocorrências de todos os casos de roubo ou furtos, ainda que de pequena monta.

Advogada do Sindicato Rural de Uberlândia integra comissão de agronegócios da OAB/MG

A Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Minas Gerais (OAB/MG) nomeou como membro de sua Comissão de Agronegócios, a advogada Dra. Elaine Cristina Ribeiro Lima, assessora jurídica do Sindicato Rural de Uberlândia. A primeira reunião com participação da advogada ocorreu nesta segunda-feira (9/10), em Belo Horizonte, para definir formato de evento que acontecerá em novembro para discutir Código Florestal e Funrural.

A Comissão de Agronegócios da OAB/MG é formada pelos advogados mais atuantes no agronegócio do Estado. A escolha do nome da advogada de Uberlândia se deu por indicação da presidente da Comissão, Dra. Ennia Guedes, também advogada da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg), parceira dos projetos da OAB e da qual o presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Fonseca é vice-presidente.

A participação de Elaine Ribeiro Lima nos trabalhos desta Comissão será de suma importância para a defesa dos interesses jurídicos dos produtores rurais do Triângulo Mineiro em todo o Estado de Minas, que passa assim a conhecer a realidade do interior e a interagir na solução de seus problemas. “Foi uma honra muito grande para mim ser convidada para esta Comissão. Como representante do Triângulo Mineiro meu objetivo será interagir, estudar e buscar soluções para os problemas jurídicos do agronegócio também no interior do estado”, afirmou a advogada.

Thiago Fonseca ocupará cargo de vice-presidente da FAEMG até 2020

Presidente do Sindicato Rural de Uberlândia promete trabalhar pela aproximação entre produtores do Triângulo Mineiro e entidades sediadas na capital mineira

A diretoria executiva da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (FAEMG), liderada pelo presidente Roberto Simões, foi eleita na última terça-feira (3/10) para novo mandato de três anos. O presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Soares Fonseca, faz parte da composição da chapa única que teve aprovação 99% dos 184 votos válidos. Fonseca, que completará nove anos de dedicação à Faemg,  promete trabalhar nos próximos três anos para levar até Belo Horizonte as demandas dos produtores e presidentes de sindicatos rurais da região.

Na avaliação do vice-presidente, há muitos desafios para fazer o Triângulo Mineiro se aproximar de Belo Horizonte. “Estou muito motivado em fazer essa interlocução entre nossa região e a capital”, afirmou. “É uma alegria mito grande pertencer ao time da Faemg, Dr. Roberto Simões é uma pessoa fantástica, um grande líder que tem muita experiência. Quero ser leal a ele levando as demandas dos produtores e presidentes de sindicatos rurais. Serei um despachante dessas pessoas na busca de soluções para nossa região”, disse Fonseca.

Fonseca afirma ainda que aproveitará a expertise da cidade de Uberlândia como referência regional de instituições financeiras, empresas e órgãos de segurança. “Vou pegar esses contatos e levar esse apoio para dentro da Faemg para ajudar prefeitos e presidentes de sindicatos a fazerem um bom trabalho na região”, disse. “A Faemg faz um trabalho brilhante e  muitas vezes os presidentes de sindicatos não tem a informação do que realmente está acontecendo lá. Serei um interlocutor da Federação para difundir suas políticas. Serei leal ao presidente Roberto Simões e repercutir sua palavra no Triângulo Mineiro”, concluiu.

A posse da nova diretoria está marcada para 28 de novembro, em Belo Horizonte. Roberto Simões destaca que o triênio 2017/2020 será marcado por novos projetos de inovação e tecnologia. “Estamos entrando em uma nova era, de informatização do agronegócio e de modernização do sistema sindical. Será momento de buscarmos cada vez mais participação dos Sindicatos e de oferecermos mais serviços, fortalecendo nosso sistema e reinventando o papel desse novo sindicalismo, tendo em vista, especialmente, as possíveis mudanças que virão com a reforma trabalhista”, afirma.

À frente da entidade desde 2005, Roberto Simões destaca que o triênio 2017/2020 será marcado por novos projetos de inovação e tecnologia. “Estamos entrando em uma nova era, de informatização do agronegócio e de modernização do sistema sindical. Será momento de buscarmos cada vez mais participação dos Sindicatos e de oferecermos mais serviços, fortalecendo nosso sistema e reinventando o papel desse novo sindicalismo, tendo em vista, especialmente, as possíveis mudanças que virão com a reforma trabalhista”, afirma.

 

Polícia Militar lançará operação Terra Fértil para combate ao roubo de insumos agrícolas

Evento no Sindicato Rural de Uberlândia dia 11 de outubro, a partir das 8 horas, terá reunião tática com produtores rurais e revendedores de defensivos; atendimento à imprensa e lançamento da operação acontecerá às 10 horas

A Polícia Militar, por meio da Patrulha Rural, fará o lançamento da operação Terra Fértil, com apoio do Sindicato Rural de Uberlândia, quarta-feira, dia 11 de outubro, a partir das 8 horas no auditório do Sindicato Rural. A reunião inicial será para alinhamento de medidas preventivas entre a PM, produtores rurais e revendedores de defensivos, principais alvos da criminalidade durante o período de safra. A partir das 9 horas haverá palestra de representante da Associação dos Distribuidores de Insumos Agrícolas do Cerrado (ADICER) que apresentará o programa Campo Legal que combate a compra, venda e uso de produtos ilegais. O comando da Patrulha Rural fará o lançamento da operação e atendimento à imprensa às 10 horas no estacionamento da entidade. A ação contará com o efetivo da Patrulha Rural composto por oito viaturas e cerca de 40 policiais militares envolvidos diretamente na operação.

Comandante da Patrulha Rural fará palestra para produtores rurais sobre prevenção de crimes

A operação Terra Fértil acontecerá na zona rural de Uberlândia até o mês de março de 2018. A medida visa intensificar a prevenção e a repressão aos crimes de roubo de insumos agrícolas que ocorrem durante o plantio de grãos. De acordo com o Tenente Genildo Moreira Lima, Comandante da Patrulha Rural, cidadão informado significa cidadão seguro. “Em época de grande movimento de produtos de alto valor agregado é importante tomar algumas providências que minimizarão a ocorrência de roubos”, disse o comandante. Entre elas, Genildo Moreira Lima destaca a importância de evitar a armazenagem de grande quantidade de defensivos e insumos agrícolas nas propriedades. “Além desta dica vamos divulgar um conjunto de medidas que devem ser adotadas pelo produtor rural que podem evitar que os crimes aconteçam”, afirmou.

Para o presidente do Sindicato Rural de Uberlândia, Thiago Soares Fonseca, a produtor rural deve lançar mão da tecnologia para se proteger. “Existem, por exemplo, sistemas de rastreamento de cargas relativamente acessíveis que podem ajudar na recuperação dos produtos em caso de roubo”, disse. Entre estes recursos existem sistemas que podem ser adquiridos em empresas especializadas em recuperação de cargas em caso de sinistro.

Dicas de segurança divulgadas pela Polícia Militar:

  • Adote medidas para que pessoas estranhas nunca saibam da compra, transporte ou armazenagem de defensivos e insumos agrícolas em sua propriedade;
  • Não compre defensivos de procedência duvidosa, sem nota fiscal ou abaixo do preço de mercado. Ato pode ser qualificado como crime de receptação;
  • Transporte cargas, de preferência, durante o dia, evitando paradas nas estradas ou rodovias;
  • Instale nos locais de maior vulnerabilidade dispositivos eletrônicos de segurança como alarmes, câmeras, portões eletrônicos e iluminação com sensor de presença;
  • Adote sistemas de comunicações, como telefone e rádio para inibir ação de criminosos;
  • Mantenha escondido um celular na fazenda para emergências;
  • Dificulte o acesso à sua fazenda, colocando cadeados nas porteiras e portões de entrada;
  • Evite deixar visíveis máquinas, implementos agrícolas, ferramentas ou quaisquer objetos de sua propriedade, procurando mantê-los trancados em local seguro;
  • Busque referências antes de contratar novos empregados;
  • Suspeite de pessoas que estejam rondando as fazendas, sobretudo à noite, com veículos de grande porta-malas, caminhonetes ou Pick-Ups leves.
  • Procure, sempre que possível, anotar a placa e a cor destes veículos ou tirar foto dos mesmos e de seus ocupantes tomando o cuidado para não ser percebido;
  • Em caso de assalto não reaja e, se possível, procure observar a fisionomia dos bandidos para facilitar posterior reconhecimento. Anote placas e características dos veículos utilizados;
  • Evite manter armas em sua propriedade, estas colocarão sempre sua família em risco. Lembre-se que toda arma deve ser registrada;
  • Informe a polícia sobre situações suspeitas e registre ocorrências de todos os casos de roubo ou furtos, ainda que de pequena monta.